terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Em Foco Nossa Cultura - Ninho Nascimento Entrevista Val Caetano

Ninho Nascimento
TB - Há quanto tempo existe a Banda Dissidência?
VAL - A gente cantava por ai, em bloco, na época, eu Hélio e Dibuia. Sempre tivemos o sonho de ter uma banda de reggae, mas na época a dificuldade era tamanha, você tinha que ter os instrumentos que eram muito caros, até que no final de 1992 decidimos e pudemos montar a banda e o lançamento foi na festa da Purificação de 93, nisso já se vão 19 anos de banda.

 TB - Você considera reconhecido o trabalho da Dissidência e quantos discos vocês já lançaram?
Val Caetano - Dissidência
VAL - Considero o nosso trabalho reconhecido, não só em Santo Amaro e na Bahia, mas também em outros estados. O raggae é uma música que não é midiada, isso dificulta outras pessoas que não estão antenadas no raggae a saber o que está acontecendo, mas o nosso trabalho é sólido, é um trabalho que não muda a direção porque o raggae não é uma música de moda, onde as pessoas ficam pulando de galho em galho. Somos reggae resistência, a nossa música defende um povo, tem um ideal, a gente tem algo a dizer e ninguém nunca conseguiu calar a gente e isso torna o nosso trabalho sólido de forma que nos proporciona um público que vai se renovando, baseado naquilo que a banda passa, Graças a Deus. Hoje, dificilmente você vai ouvir um papo de raggae em qualquer lugar do Brasil e as pessoas não citarem a Dissidência. Já fizemos shows para 40, 50 mil pessoas.

TB - Me conte sobre um show inesquecível da Dissidência nesses quase 20 anos de carreira:
VAL - Já fizemos shows com vários artistas nacionais: Caetano Veloso, Maria Bethânia, Elba Ramalho, Edson Gomes e já tivemos o privilégio de abrir vários shows internacionais, coisa que muita gente não sabe. Já tocamos com as grandes atrações do reggae internacional como Jimmy Clif, The gladiators, Congos, Gregory Isac... Um show que me marcou muito foi o último show de Luck do Beic que era um artista africano, o último show que ele fez no Brasil foi com a gente, uma semana depois ele veio a falecer, foi assassinado brutalmente lá na África. Esse show me marcou, foram 42 mil pessoas lá no Wet´n Wild, era um mar de pessoas, é um público de Fla Flu.

 TB - Vocês já sofreram algum tipo de preconceito ou tiveram portas fechadas por fazerem reggae?
VAL - Preconceito, não. Acho que a mídia não toca reggae por respeito porque a mídia está atrelada ao sistema político. Os donos das grandes emissoras de rádio e tv não querem que o povo escute o que deve escutar. É bem mais fácil e conveniente se pegar uma música vazia, que vai desviar o povo de questões sociais e políticas do que tocar o reggae que é uma música de protesto.

 TB - Vocês quase sempre tocam na festa da Purificação, pela grandiosidade da festa e por serem santamarense, é um privilégio cantar nesse evento ou é apenas mais um show?
VAL - É sempre um enorme prazer, é privilégio mesmo! Tocar em Santo Amaro é sempre difícil e ao mesmo tempo muito especial. Nestes 19 anos de carreira só ficamos de fora da festa 2 vezes por divergência de cachê, isso já faz muito tempo, mas de lá pra cá é só prazer. Já tivemos a felicidade de dividir o palco com Caetano Veloso durante quatro anos, sempre Caetano primeiro e depois a Dissidência e isso foi muito legal para nossa banda, é um show especial.

 TB - Por falar em festa da Purificação, o que achou da programação deste ano?
VAL - Não sou contra a música de ninguém, tem música para todo momento, mas entendo que o povo precisa ouvir uma música melhor porque a música influencia diretamente na vida do ser humano. No tempo da ditadura ,quando surgiram os grandes compositores da época, a juventude ouvia suas canções e acredito que por essa razão era mais politizada, estava mais ligado no que estava acontecendo, os jovens eram formadores de opinião. Acho que o povo merece ouvir música boa também, eu gosto de uma boa música, eu gosto de MPB, gostei da programação da festa, sim.

TB - Como andam os projetos da Dissidência?
VAL - Acabamos de gravar um cd que lançaremos logo após o carnaval e para 2013, quando a banda estará completando 20 anos, eu tenho um projeto para gravar um cd solo com a participação de grandes amigos que fiz no reggae. Já está todo mundo contatado e confirmado, só não posso ainda adiantar as participações para não estragar a surpresa, mas o projeto é muito massa. DVD por enquanto não penso para a banda até porque as gravadoras estão caindo fora desses projetos porque se tem um gasto muito grande com a produção e logo que sai o produto, tem um cara na esquina vendendo seu DVD por um real, então é muito complicado.

 TB - Quantos discos na carreira, Val?
VAL - O que acabamos de gravar é o de número cinco, inclusive gravamos nele uma música inédita de Edson Gomes. Acho esse o melhor cd da nossa carreira. O cd Desesperado também foi muito importante pra nós porque foi lançado nacionalmente em 2005 e rodou mesmo o Brasil, de norte a sul.

 TB - Termine essa entrevista deixando seu recado à imensa legião de regueiros:
VAL - A gente está sempre agradecendo o carinho que recebe do nosso público.(  Fazemos shows com uma frequência muito boa em Salvador, mas especificamente no Pelourinho, já havia um tempão que não tocávamos. Tocamos recentemente lá, na praça Tereza Batista e o espaço ficou pequeno.) Esse carinho do público pela banda Dissidência a gente não tem como pagar. A minha mensagem para essas pessoas é que continuem ouvindo o reggae para que tenham consciência do que está acontecendo à sua volta e às pessoas que não escutam reggae que passem a escutar para que entendam e tenham uma posição definida e definitiva do que é o reggae. Essa é a única música que defende o preto e o pobre, o reggae é um estilo de música que não se vende, é esse compromisso que sustenta o seu público fiel.

Pe. Rogério Marcos da Silva (spr) - Nada é definitivo, só a morte

“Eu não me queixo da vida,
O meu remédio é  viver,
Quero... Cantando
Ver minha gente crescer...
Faço um enredo da lida,
Nada me dá mais prazer”.
(Das Águas, Chico Porto e Márcio Valverde)

Queridos conterrâneos e irmãos em Cristo, com quem, durante cinco anos, partilhei os meus primeiros anos de ministério sacerdotal.
Ao iniciar esta mensagem fiquei em dúvida se seria um texto de despedida ou apenas de agradecimento por tudo o que cada santo-amarense me ofereceu nestes anos de convivência.
Não pode ser uma despedida, pois sempre estarei com vocês. Afinal esta é minha terra. Como diz Mons. Sadoc, nós somos do lugar onde nosso coração está, e tenham certeza que o meu coração nunca sairá de Santo Amaro.
Deixar o trabalho pastoral na paróquia de Nossa Senhora do Rosário foi uma decisão muito difícil, pelo amor que tenho a esta comunidade. Mas lembro a todos que, no dia da minha ordenação sacerdotal, eu prometi a Dom Geraldo, então Arcebispo de São Salvador, obediência a ele e aos seus sucessores. Quando o atual Arcebispo, Dom Murilo, me fez a proposta de assumir a Ação Pastoral em outra comunidade da arquidiocese, para qual estava tendo dificuldade de encontrar alguém para enviar, era impossível dizer não, por amor a Igreja de São Salvador para cujo serviço fui ordenado, e à qual devo minha formação e ministério.
Deixar, porém, de ser administrador da paróquia do rosário, significava perder os cuidados daqueles que me foram muito fiéis no trabalho de evangelização e a administração desta igreja viva de santo amaro que ó rosário. Gostaria de escrever cada nome neste texto, mas estou certo que Aloísio Lago não me daria tanto espaço para esta homenagem. Mas você que viveu cada momento comigo de alegria e de preocupação, cada conquista e fracasso, cada sacramento e doação, sabe muito bem que eu falo de você meu querido irmão e irmã.
Sei que o trabalho na comunidade de Sete de Abril não será simples, mas tenho a convicção, fundada na diversidade e profundidade das relações que construi em Santo Amaro, convicção reforçada pela diversidade de pessoas presentes na celebração de despedida e de seus testemunhos de amizade, que meus amigos e irmãos santo-amarenses, para além de suas convicções religiosas, estarão torcendo por mim nesta nova missão.
Quando fui enviado para Santo Amaro pensei que seria apenas para conhecer, mas descobri logo que depois que conhecemos, amamos e somos amados. É deste querer bem que quero falar: para tantos que passam por Santo Amaro, Santo Amaro é apenas mais uma cidade conhecida. Para mim foi o meu lar, minha primeira casa, primeira árvore de natal, alegrias e sonhos realizados. Parecia que tudo era definitivo, e foi, pois vivi estes cinco anos com grande intensidade, como definitivos, não como quem está de passagem, provisoriamente.
Tenho um pedido a todos: colaborem com Padre Kleber, meu irmão no ministério, para que tudo que foi construído seja levado a frente e para aproveitarmos de seus dons, crescendo na nossa caminhada, pois ele veio para nos ajudar a sermos igreja, povo de Deus. Ao Pe. Kleber desejo que Deus o abençoe na sua missão. 
À Paróquia do Rosario peço que nunca se esqueça da esperança cheia de confiança com que, juntos, sempre nos colocamos nas mãos do Pai, apoiados no testemunho do grande seguidor do Cristo, Antonio de Pádua, relembrado todas as terças-feiras entre nós: “Santo Antonio pediu, Santo Antonio rogou, Santo Antonio alcançou, eu ei de pedir, eu ei de rogar, eu ei de alcançar!”
Queridos santamarenses, obrigado pelo carinho e amor a mim oferecidos. Com carinho agradeço Aloisio Lago pelo apoio e atenção a tudo que foi realizado no Rosário e parabéns por mais um ano de trabalho com o jornal. Paz e bem para todos!

Valmir Figueredo e Prof. Saborosa

Os vereadores Raimundo Jorge (Saborosa) e Valmir Figueiredo, encaminharam ao Tribunal de Contas dos Municípios, consulta sob n° 15.951/11, querendo saber se o Prefeito Ricardo Machado podia mexer no ORÇAMENTO DE 2010, aprovado pelo Poder Legislativo,  e ao seu bel prazer, sem ouvir esse poder, modificá-lo totalmente e fazer o que bem quisesse e entendesse?
O TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICÍPIOS, como verão adiante, responde objetivamente aos questionamentos desses vereadores:
ESTA CONDUTA DO GESTOR É CORRETA?
Não, haja vista que o mesmo não possui competência funcional para alterar a Lei Orçamentária Anual que já foi objeto de apreciação e aprovação pelo legislativo, bem como sancionada e publicada no Diário Oficial Eletrônico. Dada a vigência da LOA, qualquer alteração e/ou abertura de crédito adicional deverá ser encaminhada para apreciação do Legislativo Municipal, como aduz o art. 139, V, da Lei Orgânica de Santo Amaro e o art. 167, V da Constituição:
Veja o art. 139, (LOA) no particular – São vedados (proibidos):
V – abertura de crédito suplementar ou especial sem prévia autorização legislativa e sem indicação dos recursos correspondentes;
Veja o art. 167 da Constituição Federal, São vedados (proibidos):
V - abertura de crédito suplementar ou especial sem prévia autorização legislativa e sem indicação dos recursos correspondentes;
Notaram com são iguais a Lei Orgânica e a Constituição, nesse particular?
A LEI MODIFICADA, SEM PRÉVIA AUTORIZAÇÃO LEGISLATIVA É LEGAL, CONSTITUCIONAL, TEM FORÇA DE LEI?
Não. Essa lei não desfruta de constitucionaldiade pois fere os dispositivos supramencionados.  Sendo assim, não há o que se falar em força de lei, pois o gestor não possui a competência para legislar.
ESTA ADULTERAÇÃO DA LEI CONSTITUI PRÁTICA DE CRIME (ART. 297, DO CÓDIGO PENAL), FALSIDADE IDEOLÓGICA, PECULATO)?
Esta prática do gestor constitui uma transgressão à lei, todavia não se adequa ao crime do artigo supracitado. De todo modo, não é da competência desta Corte de Contas atribuir punições na esfera penal, e sim meramente administrativa. Caso o consulente entenda que há o enquadramento em algum fato típico penal, deverá realizar a denúncia através do Ministério Público.
O GESTOR (RICARDO MACHADO), PODERIA UTILIZAR A LEI ORÇAMENTÁRIA, ADULTERADA, FAZER LANÇAMENTOS E ETC?'.
Não. Pelos motivos já expostos anteriormente.
NOTA DA REDAÇÃO
A impunidade e o crime,  repetem-se pelas ações covardes dos Tribunais responsáveis pela apuração de delitos praticados contra o cidadão e o cofre público. Inadmissível termos respostas claras sobre desrespeitos flagrantes às Constituições e leis, como as que acabamos de ler do Tribunal de Contas dos Municípios, que afirma não ter o gestor nenhuma  competência funcional para modificar o Orçamento Anual do Munícípio . O prefeito de Santo Amaro, modificou totalmente o Orçamento de 2010, sem ouvir a Câmara de Vereadores. Administrou a cidade com um Orçamento fictício, somente ele conhece. O delito foi comunicado ao TCM, que: pasmem... conhecendo as irregularidades e agora atestando a prática do crime, teve a coragem de aprovar as contas de 2010, com ressalvas, sabendo do crime praticado. Então, pela Segunda vez perguntamos: para que serve o Tribunal de Contas dos Municípios? Para dar salvo-conduto à quem age contra o patrimônio público econtra os interesses da população?

Câmara

Hoje, 2 de Fevereiro, a cidade está engalanada

Todo santamarense,  nesse dia sente orgulho de ter nascido nessa terra.
Os católicos em especial, ficam envaidecidos por conduzir a imagem da sua Padroeira, pelas ruas da cidade, com um desejo indômito que a crença nela depositada transforme a tristeza, em alegria; a desesperança, em esperança; a descrença, em fé e o temor da morte em resignação por crer que a vida é uma dádiva, com começo e fim.
A Praça principal da cidade está feliz por receber nessa data os seus filhos aqui residentes e aqueles que, por circunstâncias diversas, se viram obrigados a buscar novos caminhos para o seu encontro com a vida com aspirações variadas. Todos, se encontram na Praça e se reverenciam do mesmo modo que fazem com a Virgem da Purificação, Padroeira dos católicos santamarenses.É um dia de festas e de rara beleza.



Tendo em vista, que o Governo do Estado da Bahia...; Tendo em vista, que o Recôncavo Baiano tem na Cidade de Santo Amaro da Purificação um verdadeiro Pólo de Desenvolvimento Regional, funcionando com eficiência diversos Órgãos do Estado e da Federação, a exemplo da DIREC 31, CIRETRAN, DELEGACIA DE POLÍCIA REGIONAL, 20ª CIA DE POLÍCIA MILITAR, EBDA, CAR, DERBA, CAIXA ECONÔMICA, BANCO DO BRASIL, INSPETORIA DA FAZENDA ESTADUAL, RECEITA FEDERAL, enfim, um Centro propulsor com o Comércio em pleno desenvolvimento; Tendo em vista, que o Município de Santo Amaro,... Tendo em vista, que o Deputado Estadual Rosemberg Pinto já recebeu solicitação do Vereador VALMIR FIGUEIREDO com aprovação unânime da Câmara Municipal, para que tramitasse na Assembleia Legislativa do Estado, o competente Projeto de inclusão ... Santo Amaro na REGIÃO METROPOLITANA DO RECÔNCAVO;
O Vereador ...  solicitar ao Governador Jaques Wagner, providências urgentes junto ao Deputado Rosemberg Pinto, eu se encontra com  a solicitação da Câmara sob seus cuidados, para que, em regime de urgência urgentíssima, seja aprovado pela Egrégia Assembleia Legislativa do Estado da Bahia.   Valmir de Figueiredo




Jair Oliveira Santana

 O Vereador que esta subscreve, Indica A Soberana Mesa desta Casa, que após ouvido o Sábio Plenário, na forma que indica o nosso Regimento Interno, se digne a encaminhar a presente proposição a Chefe do Poder Executivo, para que no uso de suas atribuições, adote a seguinte providência:
Instalar nas praças da nossa cidade, recipientes de lixo padronizado, tipo os colocados na praça da purificação, com o objetivo de disciplinar as pessoas no tocante a separação dos tipos de lixos recicláveis e ao mesmo tempo incentivar os munícipes a manter as praças e ruas LIMPAS. 




Luciano dos Reis Caldas

O Vereador que este subscreve, INDICA a Mesa desta Augusta Casa Legislativa, que depois de ouvir o Sábio Plenário na forma Regimental, se digne de encaminhar a presente preposição ao Chefe do Poder Executivo, no sentido de acionar o Setor Competente, para tomar a seguinte providência:
REALIZAR A IMPLANTAÇÃO DE UMA CRECHE ESCOLA NO BAIRRO DA CAIXA D'ÁGUA, NESTE MUNICÍPIO..
Luciano dos Reis Caldas






Júlio César de Jesus Pinho

O Vereador que esta subscreve, Indica a Mesa desta Casa, para que após ouvir o Sábio Plenário da Egrégia Casa Legislativa, se digne de encaminhar ao Chefe do Poder Executivo Municipal a presente Indicação, para que acione o setor competente a adotar a seguinte providência: CONSTRUÇÃO DE UMA PRAÇA LADO DA ESCOLA DORIVAL PASSOS, NO DISTRITO DE SÃO BRÁS.
Júlio César de Jesus Pinho







Raimundo Jorge P. de Matos

O Vereador que este subscreve vem REQUERER, a MESA desta Casa Legislativa, que depois de ouvido o Plenário, na forma regimental, se digne a responder os vários ofícios encaminhados a Presidência da Casa Legislativa, para que na forma que estabelece a nossa Lei Orgânica e a Lei de Responsabilidade Fiscal, com as seguintes solicitações:
Até a presente data, contrariando a Lei de Responsabilidade Fiscal, não foram apresentadas para a população de Santo Amaro cópia completa da prestação de contas do Município no exercício financeiro de 2010. Esses documentos deverão estar acessíveis a qualquer cidadão ou entidade do município o que não foi feita pelo Gestor Municipal e nenhuma providência foi tomada pelo Poder Legislativo, apesar dos vários ofícios que não foram respondidos. Quando acontecerá a apresentação ao público das referidas contas de 2010?



O Vereador que este subscreve vem REQUERER, a MESA desta Casa Legislativa, que depois de ouvido o Plenário, na forma regimental, se digne a encaminhar ao Chefe do Poder Executivo Municipal o presente requerimento, para que na forma que estabelece a nossa Lei Orgânica, sejam atendidas, NO PRAZO REGIMENTAL, as seguintes informações:
Por que foram contratados profissionais não qualificados para fiscalizar os Agentes Comunitários de Saúde, vez que, segundo as Normas e Diretrizes o profissional qualificado para função de fiscal tem que ser um Graduado em Enfermagem?
Por que todos os direitos adquiridos dos Agentes de Saúde não vêm sendo respeitados, e como agravante, a verba é depositado entre 17 e 20 de cada mês e o Poder Municipal só repassa no mês seguinte?



O Vereador que este subscreve, após ouvir a Mesa Diretora Desta Casa, requer REGIME DE URGÊNCIA ESPECIAL para apreciação do Projeto de Lei que dispõe sobre a doação dos aparelhos de ar-condicionado para a Instituição Social Igreja Universal.
Sala das Sessões, 14 de março de 2011.








Binho Vereador
O Vereador que este subscreve, requer A ILUSTRE MESA desta RESPEITÁVEL CASA LEGISLATIVA, guardiã legítima das Leis e Gênese da emancipação dos direitos civis, políticos e sociais do povo santo-amarense, que em consonância aos razoáveis desígnios do Plenário, na forma que dispõe o REGIMENTO INTERNO e a nossa Constituição Democrático-Republicana, se digne encaminhar o presente requerimento ao Chefe do Poder Executivo Municipal, a fim de que seja apresentada, com base na licitação para locação de veículos pesados no valor de R$ 3.845.895,25 (três milhões oitocentos e quarenta e cinco mil oitocentos e noventa e cinco reais e vinte e cinco centavos), a finalidade do aluguel de novas máquinas, vez que o Município já possui uma máquina do tipo patrol nova e outras máquinas que estão subutilizadas no presente momento, em que não se pode realizar um grande número de serviços.






O Vereador que este subscreve, INDICA a MESA desta AUGUSTA CASA LEGISLATIVA, após ouvir o Sábio o Plenário na forma que aponta o nosso Regimento Interno, encaminhar a presente INDICAÇÃO ao Excelentíssimo Senhor Deputado Estadual Roberto Carlos (PDT), no sentido de discutir com o Excelentíssimo Senhor Governador da Bahia, Jaques Wagner, sobre a criação do Hospital do Recôncavo na cidade de Santo Amaro. 





Flávia Paranaguá - Asfalto sobre nossa História

É com muita indignação que tenho visto as ruas de nossa querida Santo Amaro serem cobertas  por asfalto. Muitos vêem esse fato como um sinal de progresso, modernidade e evolução. E até fazem pressão para que ele chegue logo em determinadas ruas. Por outro lado parecem esquecer os maléficos de um asfaltamento. Ignoram também o fato de Santo Amaro ser uma cidade histórica, e como tal não poderia ser descaracterizada desta maneira. Cadê o Estatuto da Cidade? E os órgãos de proteção do patrimônio, como o IPAC e o IPHAN? E a população santamarense foi consultada para tal? Com certeza, não.
Não podemos assistir “bestializados” o apagar de nossa história. Projetos de saneamento deram fim aos trilhos onde Popó do Maculelê passava em seu trole ou bonde,a restauração do Paraíso também mudou as pedras tradicionais da ladeira que dão acesso ao casarão. O Aramaré (Carapiais), com sua fachada tão bela, agonizou até a “morte”, entre outros.
Agora é esse asfalto, um projeto extremamente impactante na cidade, que antes de ser executado deveria passar por uma audiência pública, onde questões deveriam ser debatidas com a população como: a durabilidade, a questão ambiental, o tráfego, a resistência e as possibilidades de manutenção, pois é assim que se exerce uma gestão democrática.
Além do motivo patrimonial do qual sou uma militante, muitos outros me fazem ser contra essa pavimentação asfáltica, como por exemplo, a questão da segurança. Ruas asfaltadas propiciam uma falsa sensação de conforto e segurança ao dirigir, que se reflete em uma maior velocidade, aumentando por sua vez o número de acidentes. Os motociclistas já andavam fazendo “pegas”, as “cinquentinhas” em sua maioria pilotada por menores que desconhecem as leis de transito, já andavam “avionadas”, imaginem agora?
Em tempos de sustentabilidade, não podemos deixar de fora deste debate os impactos ambientais. Por ser um derivado do petróleo o asfalto é altamente poluente, com o desgaste provocado pelo transito e o calor, ele solta fuligem que acabam indo para nossos pulmões. Asfalto alaga, impermeabilizando as vias, impedindo que a água das chuvas seja absorvida pela terra o que potencializa os casos de enchentes (esqueceram-se das cheias do Subaé?). Além disso, a água que se acumula sobre o asfalto acaba contribuindo na deterioração do mesmo, o que por sua vez aumenta o custo de sua manutenção. Pavimentação asfáltica esquenta mais a cidade, cadê a preocupação com o aquecimento global?
O engraçado é que a ornamentação natalina da cidade foi ecologicamente correta, tudo muito bonitinho feito de materiais reciclados. O circuito da festa da Purificação este ano foi mudado alegando-se tentar diminuir os impactos nos casarões.
Preocupação um tanto tardia, uma vez que a Praça da Purificação já passou por tantas intervenções, algumas bizarras, que muito de suas características arquitetônica e histórica foram desfiguradas ou totalmente perdidas. Por que não se teve uma preocupação maior com a instalação desse asfalto?
Cabe ainda, ressaltar a qualidade deste bendito asfaltamento. É possível, observar que em alguns lugares as camadas são tão superficiais que as pedras ficaram decalcadas. Para asfaltar é preciso todo um preparo e mesmo que a prefeitura quisesse fazer um serviço exemplar, ainda assim não valeria a pena, pois é da própria natureza asfáltica deteriorar-se em pouco tempo, assim sendo entraremos em um ciclo vicioso da manutenção (asfalto é caro e não renovável), envolvendo os recursos do município.
Já que a justificativa para essa troca é o fato do calçamento em alguns pontos se encontrar em estado irregular, uma alternativa seria intervenções corretivas. Deste modo, teríamos pavimentações com boas condições de trafegabilidade, conforto ambiental e por que não dizer um aspecto estético melhor.
Enquanto países da Europa estão retirando o asfalto e colocando paralelepípedos, aqui em nossa terra se faz o contrario. E ainda desrespeitam a Lei 10.257/2001, que institui o Estatuto da Cidade, que por sua vez estabelece diretrizes de preservação urbana e suas respectivas áreas de interesse cultural. Sua aplicabilidade permitiria uma gestão onde a preservação fosse vista também como uma forma de desenvolvimento e não como uma ação contraria.
Associar a preservação do patrimônio cultural e da memória social ao desenvolvimento urbano ainda é uma tarefa árdua. Não existe uma consciência preservacionista, a noção de pertencimento ainda não foi tomada, o que faz com que nossos patrimônios não sejam reconhecidos claramente como elementos de nossa própria identidade. Mas quando tento argumentar ainda ouço um: “vá pra lá com sua história”.
Por precaução passei a olhar quatro vezes antes de atravessar a rua.

Flávia Paranaguá
Especialista em Patrimônio Cultural

José Serra Queiroz

PARABENIZO O TROMBONE
Caro Aloisio Lago.

O Trombone, seu jornal,
Comigo sempre trago!
Cujo periódico formal
Tem por única finalidade
Divulgar tudo de nossa cidade;
Nesse mês de fevereiro,
Mais um ano de existência
Desse jornal verdadeiro
Que a todos satisfaz...
Parabenizá-lo por inteiro,
É o que muito me apraz.

pt X PT

Onde já se viu isso minha gente: PT  invadindo PT. Dessa forma, um dos assessores do Prefeito (de Salvador) se dirigiu aos coordenadores dos Assentamentos Bela Vista, Nova Suiça, Eldorado e Paulo Cunha, que formam a Brigada Carlos Marighella nesse município.
A prefeitura foi literalmente tomada de assalto pelos integrantes desses movimentos, cansados de reivindicarem o que acham de direito e até hoje somente promessas e enrolações. O que de comum solicitam ? 
Ambulância e Campo de futebol.

Assentamento Bela Vista
Telefone Público, Recuperação de estrada, Recuperação de ruas, Iluminação Pública, Religar energia da escola,  Reforma da Casa de Farinha.

Assentamento Nova Suiça
Iluminação Pública, Recuperação de estrada, Recuperação de ruas,  Reforma da Casa de Farinha, Campo de futebol, Combustível diesel para o motor da bomba d´àgua.

Assentamento Eldorado
Recuperação de ruas, Pontos de ônibus, Recuperação de Estradas, Reativação do Infocentro, Iluminação Pública.

Assentamento Paulo Cunha
Construção de duas escolas, Recuperação de ruas, Três Pontes, Duas Caixas de 10 mil litros para água, Distribuição de água potável com caminhão pipa três dias na semana, 15 rolos de lona preta para reformar barracos.